Unix/Linux

HistĂ³rico

UNIX Ă© um sistema operacional de 32 bits, multitarefa e multiusuĂ¡rio, da dĂ©cada de 70 cujo cĂ³digo fonte divulgado foi mais tarde, de forma que surgiram muita variantes (versões) tanto comerciais, feitas por empresas de software quanto free, muitas vezes feitas por grupos de alunos em universidades.

As raĂ­zes do UNIX datam dos meados dos anos 60, quando a AT&T, Honeywell, GE e o MIT embarcaram em um massivo projeto para desenvolvimento de um utilitĂ¡rio de informaĂ§Ă£o, chamado Multics (Multiplexed Information and Computing Service).

Multics era um sistema modular montado em uma bancada de processadores, memĂ³rias e equipamentos de comunicaĂ§Ă£o de alta velocidade. Pelo desenho, partes do computador poderiam ser desligadas para manutenĂ§Ă£o sem que outras partes ou usuĂ¡rios fossem afetados. O objetivo era prover serviço 24 horas por dia 365 dias por ano - um computador que poderia ser tornado mais rĂ¡pido adicionando mais partes.

Em 1969, o projeto estava muito atrasado em relaĂ§Ă£o ao seu cronograma e a AT&T resolveu abandona-lo. O projeto continuou no MIT.


Neste mesmo ano, Ken Thompson, um pesquisador da AT&T que havia trabalhado no Projeto Multics, pegou um computador PDP-7 para pesquisar algumas idĂ©ias do Multics por conta prĂ³pria. Logo Dennis Ritchie, que tambĂ©m trabalhou no Multics, se juntou a ele. Enquanto Multics tentava fazer vĂ¡rias coisas, UNIX tentava fazer uma coisa bem: rodar programas.
Este pequeno escopo era todo Ă­mpeto que os pesquisadores precisavam. Em 1971 saiu a primeira versĂ£o do UNIX, V1, muitos meses antes do Multics, em assembler em um computador PDP-11 da Digital. IncluĂ­a sistema de arquivos, fork(), roff, ed. Era utilizado como uma ferramenta de processamento de texto para a preparaĂ§Ă£o de patentes. Pipe() apareceu na V2.

Os tĂ­picos sistemas operacionais da Ă©poca eram extremamente grandes e todos escritos em Assembly. Em 1973 o UNIX foi reescrito em C, com uma quantia relativamente pequena do Kernel escrita em Assembly, talvez o fato mais importante da histĂ³ria deste sistema operacional. Isto significava que o UNIX poderia ser portado para novo hardware em meses, e que mudanças eram fĂ¡ceis, pois era necessĂ¡rio alterar apenas uma parte do Kernel em torno de 10%. A linguagem C foi projetada para o sistema operacional UNIX, e portanto hĂ¡ uma grande sinergia entre C e UNIX.

Em 1975 foi lançada a V6, que foi a primeira versĂ£o de UNIX amplamente disponĂ­vel fora dos domĂ­nios do Bell Laboratories, especialmente em universidades. Este foi o inĂ­cio da diversidade e popularidade do UNIX. Nesta Ă©poca a Universidade de Berkley comprou os fontes do UNIX e alunos começaram a fazer modificações ao sistema.

Em 1978 Berkley Software Distribuition lança a sĂ©rie 2.xBSD para PDP - 11 (a versĂ£o 2.11 foi lançada em 1992). Nesta versĂ£o saiu o csh. Neste ano tambĂ©m saiu a sĂ©rie 3BSD.

Em 1979 saiu a V7 e o Unix foi portado para o novo VAX da Digital. Esta versĂ£o incluia C K&R completo, uucp, Bourne Shell. O kernel tinha meramente 40 bytes! Esta foi a primeira versĂ£o vendida comercialmente do sistema, mas usada principalmente por universidades.

Em 1983 Ă© lançado o System V da AT&T e o 4.2 BSD. O SV incluĂ­a o pacote IPC (shm, msg, sem) para comunicaĂ§Ă£o entre processos. Surgiram outras versões do SV com a inclusĂ£o de novas caracterĂ­sticas como sharedlibs no SVR4.


O 4.2BSD foi talvez uma das mais importantes versões do UNIX. O seu software de conexĂ£o de redes tornava muito fĂ¡cil a tarefa de conectar computadores UNIX a redes locais. Nessa versĂ£o Ă© que foram integrados os softwares que implementam TCP/IP e sockets.
Em 1988 foi lançado o SVR4. Este sistema era um merge de releazes anteriores do SV, BSD e SunOs, uma implementaĂ§Ă£o decendente de BSD.

Neste releaze foram incorporados as seguintes caracterĂ­sticas:

BSD: TCP/IP, sockets, csh, ...

SVR3: sysadmin, ...

SunOs: NFS, OpenLook GUI, X11/NeWS, virtual memory subsystem with memoy mapped files, shared libraries (!= SVR3)

ksh

O 4.4BSD foi lançado em 1992 para vĂ¡rias plataformas: HP 9000/300, Sparc, 386, DEC e outras, mas nĂ£o em VAX. Entre as novas caracterĂ­sticas estĂ£o:

• Novo sistema de memĂ³ria virtual baseado em Mach 2.5

• Suporte ISO/OSI (baseado em ISODE)

A Sun Microsystem tambĂ©m lançou a sua versĂ£o do UNIX a partir do BSD. Isto ocorreu atĂ© a versĂ£o SunOs 4.x. A nova versĂ£o, SunOs 5.x estĂ¡ baseada no SVR4, embora tenha herdado algumas caracterĂ­sticas do SunOs 4.x. O novo sistema operacional da Sun, Solaris 2.x, Ă© um SO que engloba SunOs 5.x, Open Network Computing e Open Windows. É o solaris que provĂª o pacote de compatibilidade entre os BSD/SunOs e o SVR4/SunOs 5.x.

A Microsoft tambĂ©m lançou uma versĂ£o do UNIX, chamada XENIX, que rodava em PCs. Este sistema era inicialmente baseado na VersĂ£o 7, depois herdou caracterĂ­sticas dos SIII e depois do SV.

Ainda Ă© possĂ­vel ter acesso ao cĂ³digo fonte do UNIX, possibilitando que ele seja estudado e alterado, utilizando-se um simples PC. Existem dois sistemas de domĂ­nio pĂºblico (MINIX e o LINUX) que podem ser copiados pela Internet ou comprados pelo correio por quantias simbĂ³licas. O MINIX foi desenvolvido pelo professor Andrew Tanenbaum da Vrije Universiteit em Amsterdam, na dĂ©cada de 80, sendo utilizado em inĂºmeras universidades do mundo com fins educacionais. O LINUX foi desenvolvido na dĂ©cada de 90 pelo finlandĂªs Linus Torvalds e em pouco tempo passou a ser utilizado tanto para fins acadĂªmicos como tambĂ©m para fins comerciais.

Sistema de arquivos
UNIX Ă© o precursor de muitos sistemas de arquivo em Ă¡rvore de hoje, inclusive MS-DOS, VMS, e Macintosh. Estes sistemas de arquivo consistem em uma Ă¡rvore de diretĂ³rios e sub-diretĂ³rios. HĂ¡ comandos (ou um click no mouse) que lhe permitem mudar a estrutura de diretĂ³rio. Estes comandos sĂ£o geralmente bastante semelhantes entre sistemas. Em UNIX estes comandos sĂ£o como segue:

• cd ou chdir - muda de diretĂ³rio

• pwd - diz o nome do diretĂ³rio atual

• mkdir - faz um diretĂ³rio novo

• ls - lista os conteĂºdos do diretĂ³rio (como dir em MS-DOS)

O sistema de gravaĂ§Ă£o e leitura de arquivos do UNIX Ă© bastante eficiente, tendo algumas semelhanças com o HPFS do OS/2, nos inodes, e algumas coisas semelhantes a FAT do DOS, como a ilist.

No UNIX o sistema Ă© dividido em quatro partes:

• O Bloco de InicializaĂ§Ă£o contĂ©m as informações necessĂ¡rias ao boot do computador.

• O Super Bloco possui informações sobre o sistema, como o espaço livre em disco, os inodes livres, o espaço total do disco, e outras.

• Os Blocos de Informações sĂ£o os blocos onde os dados sĂ£o armazenados, cada um tem capacidade de 5k.

• A Ilist (a lista de inodes) informa o endereço de inodes no disco.

Os tĂ£o falados inodes nada mais sĂ£o do que blocos especiais espalhados pelo disco que dĂ£o ao sistema varias informações sobre os arquivos, inclusive o seu tamanho, sua localidade. Toda vez que um arquivo Ă© criado ou copiado, Ă© criado um inode em um bloco anterior a ele. Cada inode possui atĂ© "treze ponteiros", os dez primeiros apontam quais os prĂ³ximos que estĂ£o ocupados pelo respectivo arquivo, os outros trĂªs apontam blocos intermediĂ¡rios que indicam mais blocos de modo que um sĂ³ arquivo em UNIX possa chegar a pouco mais de um Gigabyte.

Interface
AtĂ© agora, nĂ£o houve nenhuma menĂ§Ă£o da interface de usuĂ¡rio para UNIX. UNIX Ă© um sistema operacional bom para programadores experientes. O sistema operacional foi projetado e foi implementado por programadores experientes assim todas as necessidades de um programador experientes estĂ£o presentes mas nĂ£o muito mais. Um exemplo perfeito disto Ă© a documentaĂ§Ă£o on-line chamada man-pages ou pĂ¡ginas manuais. O material Ă© apenas referĂªncia orientada, com muito pouca informaĂ§Ă£o de tutorial. Programadores acham as man-pages muito Ăºteis, mas o usuĂ¡rio iniciante as acha muito complicadas.

Nos Ăºltimos anos, houve trabalho extenso para melhorar a interface de usuĂ¡rio para UNIX. O esforço mais dramĂ¡tico foi a adiĂ§Ă£o de interfaces de windowing em cima de UNIX como X-windows, Suntools, NextStep, Motif, OpenLook, etc. Estas interfaces de windowing nĂ£o mudam o prĂ³prio UNIX, mas sĂ£o construĂ­das em cima do UNIX para prover uma interface mais intuitiva. Cada uma das interfaces de usuĂ¡rio tĂªm algumas vantagens e algumas desvantagens. Atualmente, o intensivo esforço de desenvolvimento estĂ¡ sendo feito nestas Interfaces GrĂ¡ficas de UsuĂ¡rio (Graphical User Interface ou simplesmente GUIs).

Hardware
O Unix foi originalmente desenvolvido para rodar em computadores da DEC, e mais tarde passou a ser utilizado em mainframes.

O UNIX Solaris roda em x86 (486 ou maior) e na linha RISC, da Sun, baseada em plataformas Sparc. Dentre os fabricantes de UNIX, somente a Sun oferece um produto multiplataforma.

O linux, roda na maioria dos processadores, como varias espĂ©cies de x86, a famĂ­lia PowerPC, a sĂ©rie Alpha e os chips MIPS. Ele suporta a maior parte dos perifĂ©ricos com algumas armadilhas. Tipicamente os desenvolvedores de drivers para Linux sĂ£o eles mesmos usuĂ¡rios do Linux. Se uma pessoa quer que um perifĂ©rico funcione, ela ou escreve o driver ou espera que alguĂ©m o faça.

Confiabilidade
A arquitetura de memĂ³ria protegida da Sun garante a estabilidade e faz com que seja difĂ­cil o travamento completo do SO e o sistema de arquivo atualizado diariamente significa que a recuperaĂ§Ă£o de travamentos Ă© suave. (Solaris)

Rede
• Gerenciamento

Seja em um console do servidor com interface grĂ¡fica ou em um terminal VT100 que estĂ¡ a mais de dois mil quilĂ´metros de distĂ¢ncia, Ă© possĂ­vel administrar o sistema Solaris.


O Solaris jĂ¡ vem com ferramentas grĂ¡ficas prĂ³prias de administraĂ§Ă£o para quase todos os seus serviços. A maior parte destas ferramentas grĂ¡ficas sĂ£o feitas com o uso de HTML. Portanto, vocĂª em breve estarĂ¡ administrando o Solaris a partir de um navegador Web.
Entretanto isso nĂ£o significa que as ferramentas de linha-de-comando do UNIX desapareceram. (solaris)

• Segurança

O Solaris estĂ¡ em conformidade com as especificações C2. Entretanto o UNIX possui muitos buracos na segurança, como o deamon de sendmail. Existem patches conhecidos, mas o seu uso estarĂ¡ nas mĂ£os do administrador.

• Performance

O Solaris da SunSoft suporta atĂ© 64 processadores. Um Linux poderia suportar uma dĂºzia de de usuarios conectados cia terminais seriais, mais alguns usuĂ¡rios conectados atravĂ©s de uma rede utilizando Xwindow, mais um punhado de PCs Windows que utilizam o Linux como servidor de arquivos e de impressĂ£o, simplesmente acrescentando mais um processador e deixando que o SO execute SMP (Symmetrical Multiprocessing – Multiprocessamento SimĂ©trico) para a carga ser distribuida.

• Portabilidade

A portabilidade Ă© a possibilidade dos softwares que operam em uma mĂ¡quina operarem em uma outra diferente. HĂ¡ dois tipos de portabilidade a serem considerados:

Portabilidade do sistema operacional

Portabilidade dos aplicativos

Mais de 90% do programa kernel estĂ¡ escrito em C e menos de 10% em linguagem de mĂ¡quina. Assim, na pior das hipĂ³teses, apenas 10% do programa kernel terĂ¡ de ser reescrito ao se deslocar o kernel para uma mĂ¡quina com arquitetura diferente. Os programas aplicativos escritos em linguagem de nĂ­vel mais alto, como C, sĂ£o facilmente portĂ¡veis para vĂ¡rios sistemas UNIX. Basta que sejam recompilados, exigindo, as vezes, poucas alterações. Fonte: www.conteudoglobal.com.

Veja mais!!!
- Tutorial para lynx
- Download navegador de texto Lynx
- Navegador de modo texto Lynx
- Como instalar o Lynx no Mac Os X Lion
- HistĂ³rico do Solaris-InformĂ¡tica e Computadores

HistĂ³rico do Solaris-InformĂ¡tica e Computadores

HistĂ³rico do Solaris
O Solaris Ă© um Unix implementado pela Sun Microsystems. O Unix surgiu em 1969 como um projeto da AT&T e hoje jĂ¡ estĂ¡ popularizado em todo mundo. O grande atrativo desse sistema Ă© que ele pode ser utilizado em todas arquiteturas, desde PC atĂ© mainframes, provendo para o usuĂ¡rio uma consistente interface e resultados esperados.
Um pessoa que se senta em uma mĂ¡quina baseada em Unix razoavelmente espera a mesma interface e resposta para uma seqĂ¼Ăªncia de comandos dados em uma Shell, por exemplo. Ainda com o advento do POSIX (Portable Operating System Interface), COSE (Common Operating System Environment), SVID (System V Interface Description), e outros padrões, a garantia dessa interace e resposta cresce ainda mais.
SunOS era o antigo nome do Solaris.
Arquitetura do Sistema de Arquivos
Uma das principais caracterĂ­sticas de um sistema operacional Unix Ă© que o sistema por si sĂ³ nĂ£o tem conhecimento algum sobre os dispositivos de hardware ou pseudo-dispostivos.


Isso significa que quando um programa faz uma chamada de sistema open(2), o sistema operacional nĂ£o sabe se o open Ă© para um arquivo, arquivo de disco, um dispositivo de caracteres, ou algum outro dispositivo perifĂ©rico.
Essa transparĂªncia Ă© conseguida graças as tĂ©cinicas de orientaĂ§Ă£o Ă  objetos dentro do kernel. Garantindo assim maior flexibilidade do sistema.
A estrutura Vnode (NĂ³ virtual):
A estrutura vnode em SunOS (todas as versões desde 4.0.x) Ă© o foco de todas as atividades de I/O bem como de memĂ³ria virtual. A vnode Ă© usados para mapear pĂ¡ginas de memĂ³ria dentro do espaço de endereçamento de um processoe para permitir acesso para os diferentes tipos de sistemas de arquivos. O termo vnode Ă© uma abstraĂ§Ă£o para o termo inode (Ă­ndice de nĂ³). Enquanto, um inode Ă© usado para mapear processos para arquivos Unix, um vnode pode mapear um processo para um objeto em qualquer tipo de sistema de arquivo. Desta forma, uma chamada de sistema nĂ£o precisa entender qual objeto esta sendo manipulado, somente como fazer uma chamada orientada Ă  objetos usando a interface vnode.
Localizando arquivos:
Na estrutura vnode existem dois campos que ajudam a localizar sistemas de arquivos, v_vfsp e v_vfsmountedhere. Se um vnode estĂ¡ representando um diretĂ³rio que Ă© um ponto de montagem para um sistema de arquivos, v_vfsp apontarĂ¡ para o sistema de arquivos sendo montado e v_vfsmountedhere apontarĂ¡ para o sistema de arquivos onde existe o ponto de montagem.
Quando um processo faz a chamada de sistema open(2), o sistema operacional deve encontrar e abrir esse arquivo. Para isso o Solaris se utiliza de duas rotinas: vfs_root() e vop_lookup(). A primeira delas da estrutura vfs e a segunda da estrutura vnode.
Descritores de arquivos:
A chamada de sistema open(2) retorna um descritor de arquivo. Um descritor de arquivo Ă© a estrutura onde podemos encontrar todas as informações relevantes do arquivo. É no descritor de arquivo que ficam guardadas informações como: tamanho, proteĂ§Ă£o, Ăºltimo acesso, e etc.
O descritor de arquivo Ă© do tipo int e Ă© usado como um Ă­ndice dentro da tabela de descritors de arquivos abertos. Nas primeiras versões a tabela era estĂ¡tica, ou seja tinha tamanho fixo. O problema com esta soluĂ§Ă£o Ă© que a tabela poderia se encher e o usuĂ¡rio nĂ£o poderia abrir mais arquivos. Atualmente, isso nĂ£o ocorre mais. Descritores de arquivo sĂ£o alocados em blocos de 24. A tabela de descritores de arquivos abertos Ă© uma lista de blocos ligados.
#define NFPCHUNK 24
struct ufchunk {
struct file *uf_ofile[ NFPCHUNK ];
struct uf_pofile[ NFPCHUNK ];
struct ufchunk *uf_next;
};

Sistema de arquivos

SunOS suporta diversos sistemas de arquivos graças a interface Virtual File System (VFS) descrita anteriormente. SunOS dĂ¡ suporte hĂ¡ trĂªs tipos bĂ¡sicos de sistemas de arquivos:
• baseados em disco;
• distribuĂ­dos;
• sistemas de pseudo-arquivos;
Sistemas de arquivos baseados em disco:
Veja abaixo alguns dos sistemas de arquivos baseados em disco que o Solaris dĂ¡ suporte:
• ufs- Sistema de arquivos UNIX. Sun baseia esse sistema de arquivos no Berkley Software Distribution (BSD) 4.2 Fast File System.
• hsfs- Sistema de arquivos High Sierra. Hsfs Ă© tipicamente usado em CD-ROM. Hsfs provĂª toda a semĂ¢ntica de UFS exceto escrita e links.
• pcfs- Sistema de arquivos de computador pessoal. Como o nome implica, sistema de arquivos pcfs dĂ¡ suporte a leitura e escrita de discos formatados MS-DOS.
Sistemas de arquivos distribuĂ­dos:


Solaris tambĂ©m dĂ¡ suporte a noĂ§Ă£o de sistemas de arquivos distribuĂ­dos. Um sistema de arquivos distribuĂ­do Ă© um sistema que pode ser compartilhado via rede e que parece estar local na sua estaĂ§Ă£o de trabalho.
A intenĂ§Ă£o Ă© que o usuĂ¡rio ou administrador nĂ£o tenha que aprender um novo conjunto de comandos para cada novo sistema de arquivos distribuĂ­dos. Alguns dos sistemas de arquivos distribuĂ­dos que o Solaris dĂ¡ suporte:
• nfs- Sistema de arquivos em rede (network).
• rfs- Sistema de arquivos remotos.
Sistemas de pseudo-arquivos:
Um pseudo-arquivo Ă© usado para ganhar acesso a informações do kernel usando estilo UFS de nomes de arquivos e chamadas de sistema sem usar qualquer espaço de disco adicional. Tipicamente, isso Ă© executado usando recursos da MemĂ³ria Virtual (VM) do kernel ou espaço de swap.
Abaixo veja alguns sistemas de arquivos que o Solaris dĂ¡ suporte:
• tmpfs- Sistemas de arquivos temporĂ¡rios.
• proc- Sistema de arquivos de processos.
• lofs- Sistema de arquivos loopback (amarrado pelo passado). Lofs Ă© usado para criar um sistema de arquivos virtual que Ă© uma cĂ³pia de outro sistema de arquivos ou para cobrir um sistema de arquivos existente.
Grande arquivos no Solaris:
Chegamos, finalmente, ao ponto que querĂ­amos sobre o sistema de arquivos do Solaris. Demos uma grande visĂ£o sobre o sistema de arquivos e agora podemos explicar como o Solaris dĂ¡ suporte a grandes arquivos.
Como explicado anteriormente, no sistema ufs uma estrutura vnode aponta para um inode. E Ă© nesse inode que fica armazenado os blocos que pertencem ao arquivo.
O nĂºmero mĂ¡ximo de blocos vezes o tamanho de cada bloco que um inode pode referenciar Ă© o obrigatoriamente o tamanho mĂ¡ximo que um arquivo no Solaris pode assumir. Lembrando que no sistema ufs cada bloco possui o mesmo tamanho.
Assim, para descobrir um tamanho mĂ¡ximo de um arquivo no Solaris temos que entender a estrutura inode.
CĂ¡lculo do tamanho mĂ¡ximo de um arquivo:
Basta calcular o nĂºmero de blocos que o inode pode referenciar para que encontremos o tamanho mĂ¡ximo de um arquivo. No Solaris cada bloco possui 4K. Assim, os ponteiros diretos referenciam: 48K (4K x 12).
Os ponteiros indiretos apontam para outro bloco que estĂ¡ cheio de ponteiros para blocos de dados. Cada ponteiro ocupa 4 bytes, entĂ£o um bloco contĂ©m 1K ponteiros. Isso provĂª acesso a arquivos de atĂ© 4 Mb mais 48 K [ (4K x 12) + (1024 x 4K) ].
Os ponteiros duplos indiretos apontam para blocos de ponteiros, que por sua vez apontam para blocos de ponteiros e que finalmente apontam para blocos de dados. Assim Ă© possĂ­vel ter arquivos de 4 Gb mais 4Mb mais 48 K
[ (1024 x 1024 x 4k) + (1024 x 4K) + (4K x 12) ]
ConclusĂ£o:
A grande vantagem do sistema Solaris é por ele poder ser utilizado em varias arquiteturas, e graças a Virtual File System suporta diversos sistemas de arquivos.
Bibliografia:
http://www.vsfnw.hpg.com.br
http://www.sd.id.ethz.ch
http://www.i2d.com.br


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- Tutorial para lynx
- Download navegador de texto Lynx
- Navegador de modo texto Lynx
- Como instalar o Lynx no Mac Os X Lion

Como instalar o Lynx (navegador para o terminal/console) no Mac Os X Lion

abrir terminal UNIX no mac
Dica simples e rĂ¡pida!

Galera Ă© o seguinte, quer instalar o Lynx (navegador web) no seu terminal Unix no Mac Os X Lion?
O que teremos de ter nesta PRIULA:
1 – Xcode 4.1 instalado,
2 – Ports do Mac 2.0 para Lion.
Como conseguimos os dois bichos?
EstĂ¡ disponĂ­vel na AppleStore e 100% free para quem tem o LION. Instale-o.
2 – Instale agora o ports do Mac (100% compatĂ­vel com o LION) no link abaixo:
Depois de instalar ambos faça o seguinte em seu terminal (Aplicativos -> UtilitĂ¡rios -> Terminal):
abrir terminal UNIX no mac
abrir terminal UNIX no mac
Assim que abrir o terminal rode o seguinte comando abaixo:
sudo port install lynx



Depois disso rode o seguinte comando:

lynx appunix.com.br
Abriu?
Equipe AppUnix Agradece!
Fonte: http://osxdaily.com


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- Tutorial para lynx

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- Navegador de modo texto Lynx

Tutorial para lynx


Usando o lynx


Vamos conectar a pĂ¡gina do google

Figura 108 – PĂ¡gina do google visto pelo IE

A. Entre como curso
B. Digite:



Figura 109 – PĂ¡gina do google visualizada pelo lynx

Observe que as imagens nĂ£o aparecem, o lynx nĂ£o suporta o uso de imagens
Para seguir um link, basta pressionar a seta da direita do teclado ou pressionar <ENTER>, observe que os links aparecem na cor azul.

Podemos ainda listar todos os links da pĂ¡gina pressionando “l”. Observe que os links aparecem numerados.



Para seguir um link, basta pressionar a seta da direita do teclado e para navegar pela tela use as teclas de direĂ§Ă£o (para cima) e (para baixo), vejamos:

Vamos seguir o link diretĂ³rio da tela inicial do google.  Pressione a seta (seta para baixo) atĂ© a palavra diretĂ³rio ficar em vermelho, conforme mostrado na figura 110.



Figura 110 – Navegando pela tela inicial da pĂ¡gina do google

Siga o link diretĂ³rio usando a (→) ou pressionando <ENTER>


Figura 111- Exibindo a pĂ¡gina do link diretĂ³rio

Para voltar a pĂ¡gina anterior use (ĂŸ).

11.3.2.2.1 – Procurando por palavras no documento

Para procurar por palavras no documento use  “/”.



Vamos procurar pela palavra estado no texto da tela anterior.
 A. Pressione a “/”
B. Digite estado e pressione <ENTER>

C. Observe que as palavras encontradas ficam marcadas em tom azul claro

11.3.2.2.2 – Acessando o favoritos

Para adicionar um site aos favoritos:

» Pressione <a>. Observe a mensagem que aparece no rodapĂ© perguntando se vocĂª quer salvar o documento para o favoritos ou cancelar a operaĂ§Ă£o.

» Pressione <d>. Edite o tĂ­tulo do site no favoritos e pressione <ENTER>.Acesse mais dois outros sites e faça o mesmo.

Para ver os favoritos:

» Pressione <v>

» Escolha o site e pressione <ENTER>

Observe que usando o favoritos nĂ£o precisaremos mais colocar o endereço do site na chamada do lynx.

11.3.2.2.3 - Vendo o histĂ³rico das pĂ¡ginas visitadas:

» Pressione <V>

VocĂª pode ainda acessar uma lista com a funĂ§Ă£o de cada tecla pressionando <k>.

Com o lynx tambĂ©m Ă© possivel criar pĂ¡ginas WWW, mas esta funcionalidade estĂ¡ fora do escopo deste tutorial.

11.3.2.3 – Alterando a configuraĂ§Ă£o do lynx

Para entrar na tela de configuraĂ§Ă£o do lynx basta pressionar a tecla <O>.

Todos os sets de configuraĂ§Ă£o que veremos a seguir ficam armazenados em um arquivo, o /etc/lynx.cfg. NĂ£o edite esse arquivo diretamente.


Figura 112 – Tela de configuraĂ§Ă£o do lynx

11.3.2.3.1 – General Preferences


Figura 113 – General Preferences

A diferença entre os user mode do lynx: novice, intermediate e advanced, Ă© que nos dois primeiros aparecem duas linhas no rodapĂ©, que servem como referĂªncia rĂ¡pida.

Vamos alterar o User mode para “Advanced”:

D. Use a setas (para baixo) e (para cima)  para navegar pelos itens da tela
E. Em User mode, use a (seta para direita) para abrir o menu de opĂ§Ă²es do item
F. Selecione Advanced, clique <ENTER>
G. VĂ¡ atĂ© Accept Changes e pressione <ENTER>

Veja a diferença no rodapé

Podemos alterar o cookies para Accept all, evitando assim que sejamos questionados toda vez que uma pĂ¡gina possui cookies

11.3.2.3.2 – Document Appearance


Figura 114 – Document Appearance

Aqui podemos selecionar o show scrollbar para ON. Quando a pĂ¡gina Ă© extensa a barra lateral Ă© muito Ăºtil.

Podemos também mostrar os links selecionados como uma jenela POPUP, selecionando Popups for select fields = ON.

Veja o item show images, sĂ³ temos duas opções de escolha, mostrar imagens como labels ou como links. A opĂ§Ă£o padrĂ£o Ă© a mais sensata.

Veja agora o lynx com as alterações na configuraĂ§Ă£o. Observe a barra lateral:


Figura 115 – Lynx com novas configurações.

11.3.2.4 – Setando uma pĂ¡gina inicial

Para configurarmos uma pĂ¡gina inicial no lynx , usamos a variavel WWW_HOME.

Com isso basta digitar lynx que a pĂ¡gina inicial serĂ¡ exibida automaticamente.

A. Digite:


Com isso setamos a pĂ¡gina inicial

B. Digite:


Observe que a pĂ¡gina inicial configurada por nĂ³s abrirĂ¡ automaticamente, pois o lynx lĂª essa variavel quando o iniciamos.

O Lynx Ă© o grande pioneiro dos navegadores em modo texto, porĂ©m suas limitações quanto a exibiĂ§Ă£o de imagens entre outros, juntamente com o surgimento de novos browsers dessa categoria, o fizeram cair em desuso.


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Download navegador de texto Lynx


Download navegador de texto Lynx

Lynx Ă© um navegador de texto somente. A Ăºltima versĂ£o pode ser encontrada em http://lynx.isc.org .
Esta Ă© a versĂ£o v2-8-3 anos que agora estĂ¡ fora da data, mas Ă© configurado pronto para funcionar (veja as instruções de instalaĂ§Ă£o abaixo). Esta versĂ£o do Lynx deve funcionar em Windows 95, 98, NT, 2000, XP e Vista (32 e 64 bit).
Maioria das pessoas acham o programa funciona depois de ler cuidadosamente as instruções abaixo, embora eu nĂ£o possa oferecer suporte de instalaĂ§Ă£o - apenas nĂ£o chegar a tempo para responder e-mails nos dias de hoje.

Baixar

ou arquivo RAR: Lynx_v283.rar (574kB)
Leia as palavras abaixo se vocĂª tiver problemas - hĂ¡ informações de que nĂ£o se preocuparam em colocar no readme.txt

Lynx Ă© protegido pela Universidade de Kansas e Ă© distribuĂ­do sem restrições sobre o uso ou redistribuiĂ§Ă£o sob a GNU General Public License. Consulte o arquivo readme.txt no download para mais informações.

Instruções de instalaĂ§Ă£o




Leia os arquivos de ajuda 'readme.txt' e outros incluídos no pacote para mais informações.
  1. Faça uma pasta no nível superior de sua unidade C chamada lynx_w32
  2. Descompacte o conteĂºdo do arquivo lynx_v283.zip para essa pasta.




  • Faça um atalho para lynx.bat * e colocĂ¡-lo em seu desktop.









  • DĂª um clique duplo no atalho. Lynx serĂ¡ aberta com google.com como a home page.







  • * NĂ£o Ă© possĂ­vel encontrar lynx.bat? No Windows Explorer, tente selecionar a opĂ§Ă£o ferramentas no topo da janela, selecione Opções de Pasta. Clique na guia "Exibir", em seguida, desmarque a caixa "Ocultar as extensões dos tipos de arquivo conhecidos".

    FAQ

    De um dobro clicou lynx.bat e uma janela retangular piscou rapidamente, mas Lynx nĂ£o abriu.
    Isso acontece se nĂ£o pode se conectar Ă  internet, e muitas vezes Ă© porque Lynx.exe Ă© bloqueado pelo seu firewall de fazer conexões. O administrador do sistema deve ser capaz de corrigir isso, ou se (como a maioria das pessoas) vocĂª nĂ£o tem um administrador de sistemas tentar mexer com o seu programa de firewall.
    TambĂ©m verifique se vocĂª copiou os arquivos Lynx em uma pasta com o endereço C: \ lynx_w32

    Usando LYNX

    Esta versĂ£o estĂ¡ configurado com google.com como a home page. Use o cursor para baixo para navegar atĂ© a caixa de pesquisa, em seguida, digite os termos da sua pesquisa.
    Links sĂ£o mostrados em azul. Os links mudarĂ¡ para vermelho como vocĂª guia sobre eles. Pressione enter ou seta para a direita para seguir o link.

    Resumo das principais comandos

    Seta para baixo:. PĂ¡gina rolar para baixo
    Seta para cima: PĂ¡gina rolar para cima
    Seta para a direita: seguir um link
    Seta para a esquerda: Volte para a pĂ¡gina anterior
    G:. Introduzir manualmente o endereço de uma pĂ¡gina
    Ctrl_R: atualizaĂ§Ă£o.

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    - Tutorial para lynx
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