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Navegador de modo texto Lynx

Decidi escrever este artigo para homenagear a um navegador que pouca gente usa. Inclusive o normal Ă© que poucas pessoas tenham chegado a utiliza-lo. NĂ£o obstante, foi o segundo navegador que utilizei em minha experiĂªncia na web, quando navegava pela Rede usando os terminais Unix da sala de computadores da universidade. Portanto, este navegador pode ser uma descoberta para muitos leitores, embora nĂ£o deixe de ser uma curiosidade que existam navegadores sĂ³ de texto, sobretudo hoje que a web se converteu em um meio bastante multimĂ­dia.
Como dizia, Lynx Ă© um navegador que sĂ³ mostra texto e que pode ser utilizado em linha de comandos. A linha de comandos Ă© a interface mais simples de um sistema operacional, na qual tudo o que se deseja fazer tem que ser expresso em forma de instruções ou comandos. A linha de comandos Ă© tĂ­pica de sistemas Unix ou Linux, embora hoje atĂ© Linux tem um sistema de janelas, pelo qual podem ser feitas as mesmas coisas que pela linha de comando. Windows tambĂ©m tem sua prĂ³pria linha de comandos e Ă© o que antes se chamava DOS.
Nota: Para acessar a linha de comandos de Windows apertamos inĂ­cio - executar e escrevemos a instruĂ§Ă£o "cmd".
Lynx sĂ³ permite ver texto, o que Ă© uma grande desvantagem! NĂ£o obstante, as imagens, que nĂ£o se mostram sĂ£o indicadas com texto, colocando o nome do arquivo ou o texto que tiver no atributo alt da imagem, se Ă© que foi definido um texto alternativo.
Como funciona por linha de comandos tampouco Ă© possĂ­vel utilizar o mouse para se colocar encima de um link e clica-lo, hĂ¡ que utilizar o teclado para se mover pelos links e entrar neles.
Tudo isso, Ă© no mĂ­nimo curioso e nos remonta a una Ă©poca diferente, que quase parece alheia a nĂ³s.
Podemos ver o aspecto que tem a pĂ¡gina de Google com Lynx na seguinte imagem:
Lynx Ă© um navegador tĂ­pico de sistemas Linux ou Unix, originalmente criado para este Ăºltimo sistema operacional. TambĂ©m estĂ¡ disponĂ­vel para outros sistemas como Windows ou outros tĂ£o raros como Commodore Amiga.
A pĂ¡gina web de Lynx Ă© http://lynx.browser.org/, atravĂ©s da qual poderemos encontrar mais informaĂ§Ă£o deste navegador e baixar uma versĂ£o para nosso sistema operacional.
A versĂ£o de Lynx que eu baixei para lembrar dos velhos tempos, que funciona sobre Windows estĂ¡ em http://www.fdisk.com/doslynx/lynxport.htm
ConclusĂ£o
Falta dizer que Lynx em um princĂ­pio pode nos servir para poucas coisas ou talvez sĂ³ como simples curiosidade. NĂ£o obstante, podemos comprovar como se vĂª nossa web com este navegador. Assim, podemos ver se temos uma web usĂ¡vel e acessĂ­vel desde navegadores antigos. Neste sentido, da acessibilidade, Lynx pode ser uma boa referĂªncia, pois ao navegar em modo texto, pode-se combinar com outras tecnologias para fazer navegadores para pessoas deficientes. Fonte:www.criarweb.com

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- Resumo da evoluĂ§Ă£o da informĂ¡tica e do computador
- O que Ă© programar Orientado a Objetos?
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O que Ă© programar Orientado a Objetos?



Programar Orientado a Objetos Ă© pensar em como criar seu cĂ³digo como vocĂª pensa na vida real. É vocĂª abstrair os objetos da vida real e leva-los para as linhas de cĂ³digo como eles sĂ£o – com suas caracterĂ­sticas, que sĂ£o os atributos e suas ações, que sĂ£o os mĂ©todos. Todo objeto tem caracterĂ­sticas e ações.
A POO foi criada com o intuito de resolver os problemas da programaĂ§Ă£o estruturada. A idĂ©ia era resolver problemas o mais rĂ¡pido possivel e com a segurança que funcionaria em qualquer lugar a mesma soluĂ§Ă£o. A grande vantagem disso Ă© o reaproveitamento de cĂ³digo, isso traz uma reduĂ§Ă£o no tempo que uma soluĂ§Ă£o pode ser gerada. Tempo em programaĂ§Ă£o pode ser muito caro, por isso a POO Ă© tĂ£o bem aceita!
O que Ă© um Objeto?
Um objeto Ă© um elemento computacional que representa, no domĂ­nio da soluĂ§Ă£o, alguma entidade (abstrata ou concreta) de interesse do sistema sob anĂ¡lise. Objetos similares sĂ£o agrupados em classes. No paradigma da orientaĂ§Ă£o a objetos, tudo pode ser potencialmente representado como um objeto. Sob o ponto de vista da programaĂ§Ă£o, um objeto nĂ£o Ă© muito diferente de uma variĂ¡vel no paradigma de programaĂ§Ă£o convencional.
Quando se define uma variĂ¡vel em Java, essa variĂ¡vel terĂ¡:
  • Um espaço em memĂ³ria para registrar o seu estado atual (um valor)
  • Um conjunto de operações associadas que podem ser aplicadas a ela, atravĂ©s dos operadores definidos na linguagem que podem ser aplicados a valores inteiros (soma, subtraĂ§Ă£o, inversĂ£o de sinal, multiplicaĂ§Ă£o, divisĂ£o inteira, resto da divisĂ£o inteira, incremento, decremento).

Da mesma forma, quando se cria um objeto, esse objeto adiquire um espaço em memĂ³ria para armazenar seu estado (os valores de seu conjunto de atributos, definidos pela classe) e um conjunto de operações que podem ser aplicadas ao objeto (o conjunto de mĂ©todos definidos pela classe).
Portanto um programa orientado a objetos Ă© composto por um conjunto de objetos que interagem atravĂ©s de “trocas de mensagens” entre eles. Na prĂ¡tica, essa troca de mensagem traduz-se na chamada de mĂ©todos (funções) entre objetos.
Exemplo de um objeto:
Um Jaguar Ă© um objeto. Ele tem como caracterĂ­sticas a cor, peso, quantidade de portas, modelo, ano, etc. TambĂ©m tem ações como frear, buzinar, acelerar, abrir os vidros, trocar de marchas, etc. Portanto programar Orientado a Objetos Ă© vocĂª fazer essa abstraĂ§Ă£o do mundo real e transforma-la em cĂ³digo. Mais adiante mostrarei um exemplo de cĂ³digo Orientado a Objetos.
A POO tem quatro pilares que a sustenta, seguindo:
AbstraĂ§Ă£o:
É a capacidade de vocĂª pensar nos objetos da vida real e classifica-los. É o processo pelo qual modelamos sistemas reais ou imaginĂ¡rios, extraindo do seu contexto os seus principais elementos “Objetos”, e descrevemos cada objeto, com suas principais “caracterĂ­sticas” de dados e funcionalidades.

Uma Ferrari por exemplo tem as mesmas caracterĂ­sticas do objeto Jaguar citado acima, possui atĂ© mais, mas eles tem algo em comum, ou seja, ambos sĂ£o carros, logo pertencem a classe carro. A Ferrari Ă© um tipo de carro e o Jaguar tambĂ©m, mas cada um com suas caracterĂ­sticas e ações particulares e comuns.

Programar Orientado a Objetos Ă© fĂ¡cil, o difĂ­cil Ă© programar Orientado a Objetos bem. Pois se programando bem, vocĂª pode tirar proveito de todas as vantagens que a POO possui e para se programar bem Orientado a Objetos a principal caracterĂ­stica que o programador deve ter Ă© uma boa abstraĂ§Ă£o do mundo real.
Encapsulamento:
Os objetos como dito acima contém atributos e métodos. O encapsulamento trata de dar alguma segurança aos objetos. Explico:
Um objeto Cliente por exemplo tem atributos como qualquer outro e estes nĂ£o podem ser acessados por qualquer outro objeto diretamente. Existem dois tipos de atributos, os privados e os publicos. Em UML e OO (orientaĂ§Ă£o a objetos) Ă© definido que para atributos privados usa-se o sinal de “-” antes do nome e para atributos publicos usa-se o sinal de “+” antes do nome.
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Resumo da evoluĂ§Ă£o da informĂ¡tica e do computador



O Computador Ă© uma maquina muito interessante, pois poucas ferramentas permitem vocĂª executar e ter a sua disposiĂ§Ă£o um enorme leque que soluções para suas tarefas do dia a dia.
Tamanha Ă© a sua qualidade que atĂ© a metade da dĂ©cada de 1960, os computadores eram mĂ¡quinas carĂ­ssimas, e geralmente eram usadas somente para determinados objetivos em grandes empresas e instituições.

Em 1982, a revista Time deu, pela primeira vez, o tĂ­tulo de “O Homem do Ano” a um computador. Porem tudo isso que temos hoje nĂ£o surgiu pronto sem mais nem menos. Toda a era da InformĂ¡tica teve que passar por grandes evoluções atĂ© chegar ao Computador que vocĂª usa hoje em casa ou no trabalho.

Tudo começou com a primeira geraĂ§Ă£o de computadores que varia entre os anos de 1942 e 1959. Todos eles eram baseados na tecnologia de vĂ¡lvulas eletrĂ´nicas deixando completamente vago a questĂ£o de confiabilidade, a quantidade de energia consumida e o calor produzido por 20.000 vĂ¡lvulas.
Esses normalmente quebravam em poucas horas de uso, tinham algumas entradas e saĂ­das primitivas, calculavam com uma velocidade de milĂ©simos de segundos e eram programados em linguagem de mĂ¡quina.


Como inicialmente as dificuldades na produĂ§Ă£o dos computadores eram grandes, somente em 1951 surgiram os primeiros computadores em escala comercial, pode-se iniciar a primeira geraĂ§Ă£o com o UNIVAC 1, destacando o EDVAC, o Whirlwind e o IBM 650 como computadores tĂ­picos dessa geraĂ§Ă£o.
Nas maquinas de segunda geraĂ§Ă£o, a vĂ¡lvula foi substituĂ­da por transistor, tecnologia usada entre 1959 e 1965.

O transistor foi desenvolvido por William Shockley, J. Bardeen e W. Brattain no Bell Laboratories. Sua tecnologia o permitia ser 100 vezes menos que o da vĂ¡lvula, nĂ£o precisava de tempo para aquecimento, consumia menos energia, era mais rĂ¡pido, confiĂ¡vel e jĂ¡ calculavam em microssegundos.
Seu representante clĂ¡ssico foi o IBM 1401 e seu sucessor o IBM 7094, jĂ¡ totalmente usando a tecnologia dos transistores. Sua melhora de rendimento foi tĂ£o grande que entre os modelos 1401 e 7094, a IBM vendeu mais de 10.000 computadores.

Ao longo dos anos, os computadores começaram a ser utilizados para determinadas funções como processar pedidos, controlar a produĂ§Ă£o entre outros. E em 1964 a American Airlines começou a fazer reservas em tempo real.
O primeiro computador sĂ³ chegou ao Brasil em 1961, um UNIVAC 1105 ainda com vĂ¡lvulas para ser usado no IBGE.

Com os transistores, que eram menores que as vĂ¡lvulas, começaram a serem produzidos computadores menores. O de maior sucesso foi o da DEC – Digital Equipament Corporation, fundada em 1957.
O primeiro minicomputador produzido comercialmente foi o PDP-8, o primeiro com sucesso comercial.

A terceira geraĂ§Ă£o começa com a substituiĂ§Ă£o dos transistores pelos circuitos integrados. Eles jĂ¡ calculavam em nanossegundos, seu representante foi o IBM 360.

Ao longo dos anos a evoluĂ§Ă£o nessa Ă¡rea tem buscado principalmente a miniaturalizaĂ§Ă£o e o encapsulamento dos dispositivos internos dos computadores. E hoje podemos constatar isso no nosso dia a dia atravĂ©s de todas as minĂºsculas tecnologias que ficam ao nosso meio. Fonte:www.sistemasdeinfo.com


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- A histĂ³ria da informĂ¡tica

A histĂ³ria da informĂ¡tica

Visto que a informĂ¡tica Ă© uma das Ă¡reas que mais importĂ¢ncia ganhou na sociedade moderna, no nosso dia-a-dia, Ă© relevante ser traçado o seu percurso histĂ³rico, visto que Ă© relevante muitas vezes atĂ© mesmo para trabalhos realizados por estudantes, ao longo do seu percurso acadĂ©mico. As Tecnologias de InformaĂ§Ă£o e ComunicaĂ§Ă£o (TIC) sĂ£o a base de qualquer empresa/negĂ³cio ou atĂ© mesmo do saber base social de cada um de nĂ³s, enquanto membros activos da sociedade.

O primeiro computador, o ENIAC (Eletronic Numeric Integrator And Calculator) anunciado a 1946, era uma mĂ¡quina gigantesca que ocupava um espaço tremendo de 62 metros quadrados, pesando cerca de 27 toneladas, constituĂ­do por motores e vĂ¡lvulas, sendo utilizado para realizar os cĂ¡lculos matemĂ¡ticos a serem utilizados no funcionamento da bomba de hidrogĂ©nio.
Dez anos depois surge no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o primeiro computadorque utilizava agora, transĂ­stores como ferramenta na manipulaĂ§Ă£o da informaĂ§Ă£o computada.

Cronologia da InformĂ¡tica

Em 1963 Ă© patenteado o rato e no ano seguinte, um pesquisador norte-americano projectou e criou a primeira rede de computadores interligada por fios.

Cinco anos depois a IBM desenvolveu o Ramac 305, utilizando discos de memĂ³ria de 5 megabits.

Em 1975 foi desenvolvida a linguagem Basic, a primeira linguagem para microcomputadores. Ainda no mesmo ano, Bill Gates e Paul Allen fundaram a Microsoft. No ano seguinte, Steve Wozniak e Steve Jobs criam a Apple Computer Company.

Em 1981 a IBM lançou o PC 5150. A partir dai estava lançada a “guerra” entre as empresas e foi sempre uma disputa a ver quem fazia melhores descobertas a nĂ­vel de informĂ¡tica.

Em 1985 a Microsoft lançou o Windows e o Word 1.0.

Em 1989 Tim Berners-Lee criou a World Wide Web que originou a internet. Em 1991 é lançado o sistema operacional Linux.

Foi a reduĂ§Ă£o de tamanho e o aumento na velocidade e capacidade de processamento, a maior prova da evoluĂ§Ă£o extremamente rĂ¡pida das capacidades tecnolĂ³gicas e cientĂ­ficas da Humanidade, uma vez que este “salto“, desde o ENIAC ao primeiro PC, deu-se apenas, em 30 anos.

O Windows 95, foi visto quase como que o primeiro sistema operativo que era intuitivo e de fĂ¡cil utilizaĂ§Ă£o, pelo grande pĂºblico. AtĂ© entĂ£o, o computador nĂ£o era algo que fosse propriamente para o orçamento e/ou entendimento das massas. Este tipo de sistema operativo veio a preencher a lacuna entre o consumidor em geral e o mundo das novas tecnologias, contribuindo para que o PC (Personal Computer) se tornasse apenas mais um electrodomĂ©stico, cada vez mais pequeno e avançado.

Actualmente, o PC Ă© como que um ser de rĂ¡pida evoluĂ§Ă£o, isto Ă© visĂ­vel na sua portabilidade/ tamanho e na complexidade de operações que consegue executar, tanto a nĂ­vel de arquitectura de hardware (parte fĂ­sica do computador), como processadores mais velozes, maior capacidade de RAM, a arquitectura do Serial BUS e mĂ©todos de arrefecimento mais eficientes e avançados, como a Hidro-refrigeraĂ§Ă£o, que consiste na utilizaĂ§Ă£o de Ă¡gua como mĂ©todo de arrefecimento.

Em termos de software, Ă© de notar e referenciar uma tambĂ©m rĂ¡pida evoluĂ§Ă£o,no que diz respeito Ă s operações que hoje nos Ă© possĂ­vel realizar no PC de nossa casa, desde estudos astronĂ³micos, a criaĂ§Ă£o de elementos grĂ¡ficos e composiĂ§Ă£o de vĂ­deo e atĂ© mesmo, o desfrutar de experiĂªncias lĂºdicas, nomeadamente, jogos de computador, que conseguem criar realidades alternativas de alto detalhe, sendo algo que jĂ¡ todos tomĂ¡mos quase como um bem essencial ou apenas mais um acessĂ³rio em nossas casas ou escritĂ³rios.
Com esta evoluĂ§Ă£o, surgiu tambĂ©m toda uma nova forma de linguagem cibernauta que tem transparecido para o nosso quotidiano. Uma linguagem composta por abreviaturas, terminologias e estrangeirismos, na sua maioria ‘emprestados’ da LĂ­ngua Inglesa. Isto deveu-se, principalmente, Ă  abertura das vias de comunicaĂ§Ă£o internacionais, que sĂ³ foram possĂ­veis, com o uso da Internet como um meio de uso comunicacional diĂ¡rio.


Enquanto utilizador de um computador pessoal e da Internet, jĂ¡ me vi sujeito a muitos prĂ³s e contras da Web, como a via de comunicaĂ§Ă£o que Ă©. Esta, foi criada inicialmente como um projecto governamental nos Estados Unidos da AmĂ©rica, para servir propĂ³sitos militares, tornou-se rapidamente um fenĂ³meno mundial, que inicialmente servia para tornar possĂ­vel a transferĂªncia de dados entre paĂ­ses e continentes de forma rĂ¡pida e sem custos. No entanto, agora tornou-se tambĂ©m uma nova forma de realizar a divulgaĂ§Ă£o e marketing de novos produtos, bem como a venda dos mesmos, o que deu origem ao e-commerce, o que efectivamente, torna o nosso quotidiano muito mais facilitado, possibilitando a compra de bilhetes para eventos socioculturais por via electrĂ³nica, entre outros.

Estas novas possibilidades, que surgiram com a Internet, trouxeram, consequentemente, perigos para as crianças e adolescentes a nĂ­vel mundial, nomeadamente, os perigos associados Ă s redes sociais e chats, como regularmente sĂ£o mostrados pela comunicaĂ§Ă£o social, relativamente a raptos e casos de pedofilia, facilitados pelo acesso Ă  Internet, dessas mesmas crianças e adolescentes.

De referir, por fim, os perigos que surgiram com o aparecimento do movimento Hacker no final dos anos 80 e teve o seu pico nos anos 90, vindo a colocar em jogo, questões como a liberdade e privacidade, do cada vez mais crescente nĂºmero de internautas, devido Ă  aparente facilidade com que se podia aceder, de forma ilegal, a informaĂ§Ă£o restrita e confidencial dos mesmos, muitas vezes recorrendo Ă  publicidade enganosa, como forma de lançar os seus spam’s, bots e trojans (vĂ­rus informĂ¡ticos), para recolher informações relativas aos utilizadores infectados.

A Internet veio mandar abaixo as fronteiras fĂ­sicas entre os diversos paĂ­ses, LĂ­nguas, culturas e comunidades. Considero que esta, tal como muitas outras evoluções que se deram na HistĂ³ria Humana, traz consigo as vantagens acima referidas, mas tambĂ©m desvantagens, na medida em que a referida nova linguagem cibernauta, facilmente entra em choque com a linguagem e formas de comunicaĂ§Ă£o a utilizar no nosso dia-a-dia, criando por vezes, barreiras na forma de expressĂ£o escrita e oral de algumas pessoas. Ao ouvirmos expressões como, Blog, Chat, MSN, Facebook e E-mail, apercebemo-nos automaticamente que hĂ¡ que alterar todo um mĂ©todo de pensamento pois existe um outro mundo (mundo digital) a fundir-se, constantemente com o nosso, e que a realidade que se vivia hĂ¡ uns anos atrĂ¡s ficou para trĂ¡s.

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InformĂ¡tica e HistĂ³ria da InformĂ¡tica

IntroduĂ§Ă£o 
Com o crescimento populacional, a globalizaĂ§Ă£o e o desenvolvimento do capitalismo no sĂ©culo XX, surgem novas necessidades para o ser humano. A quantidade de dados e informações para serem armazenas e computadas atinge um volume incalculĂ¡vel. A informĂ¡tica surge neste contexto: superar a necessidade do ser humano de registrar e manipular dados em grandes quantidades com precisĂ£o e rapidez.
Segue abaixo um histĂ³rico do desenvolvimento da informĂ¡tica e das tecnologias ligadas a computaĂ§Ă£o em geral.
1622 - O matemĂ¡tico inglĂªs William Oughtred desenvolve a primeira rĂ©gua de cĂ¡lculo.
1642 - O pesquisador francĂªs Blaise Pascal cria a primeira calculadora.
1822 - O matemĂ¡tico inglĂªs Charles Babbage projeta  um computador mecĂ¢nico, porĂ©m este nĂ£o saiu do papel.
1847 - É criado o sistema binĂ¡rio pelo matemĂ¡tico inglĂªs George Boole.
1880 - O norte-americano Herman Hollerith cria um processador de dados eletromecĂ¢nico. O sistema usava cartões perfurados para inserir dados.
1930 - Nos Estados Unidos, o engenheiro eletricista  Vannevar Bush desenvolve um computador usando vĂ¡lvulas de rĂ¡dio.
1946 - Os engenheiros norte-americanos John William Mauchly  e John Presper Eckart Jr desenvolvem o Eniac, o primeiro computador eletrĂ´nico. O Eniac foi desenvolvido para servir aos interesses bĂ©licos dos EUA na II Guerra Mundial. Serviu para fazer os cĂ¡lculos no desenvolvimento da bomba atĂ´mica.
1954 - A empresa eletrĂ´nica Texas Instruments fabrica o transistor usando silĂ­cio.
1956 - Surge, no MIT - Instituto de Tecnologia de Massachusetts - o primeiro computador que utiliza transistores.
1963 - Douglas Engelbart  patenteia o mouse.
1964 - Paul Baran, pesquisador norte-americano, projeta e cria a primeira rede de computadores interligada por fios.
1966 - A IBM desenvolve o Ramac 305, utilizando discos de memĂ³ria com capacidade de 5 megabits.
1968 - Douglas Engelbart cria um sistema com mouse, teclado e janelas ( windows ).
1971 - A Intel cria o MCS-4, primeiro microcomputador pessoal com o processador 4004.
1972 - A empresa Atari cria o primeiro videogame com o jogo Pong.
1975 -  desenvolvem a linguagem Basic, primeira linguagem para microcomputadores,  . As linguagens anteriores eram adequadas aos grandes e mĂ©dios computadores.
1975 - Bill Gates e Paul Allen fundam a Microsoft.
1976 - Steve Wozniak e Steve Jobs projetam e desenvolvem o micro Apple I. No mesmo ano a dupla a Apple Computer Company.
1981 - A IBM lança o micro PC 5150.
1985 - A Microsoft o sistema operacional Windows e o Word 1.0 (primeira versĂ£o do processador de textos).
1989 - Tim Berners-Lee , pesquisador europeu cria a World Wide Web ( WWW) que origina a Internet.
1991 -  Linus Torvald  lança o sistema operacional Linux com cĂ³digo-fonte aberto.
1992 - A empresa americana Microsoft lança o sistema operacional Windows 3.1. A nova versĂ£o do Windows incorpora tecnologias voltadas para a utilizaĂ§Ă£o de CD-Roms.
1993 - Surge o primeiro browser, o NCSA Mosaic.
1993 - A empresa de processadores Intel coloca no mercado o processador Pentim.
1994 -  É criado o navegador de internet Netscape Navigator.
1995 - Chega ao mercando o Windows 95, trazendo incorporado o navegador Internet Explorer.
1995 - Criada a linguagem Java pela Sun Microsystems.
1997 - Garri Kasparov, campeĂ£o mundial de xadrez, perde pra o computador Deep Blue da IBM.
1997 - Justin Fraenkel desenvolve o Winamp, programa utilizado para ouvir mĂºsicas no formato MP3.
1998 - A Microsoft lança no mercado o Windows 98.
1999 - A Intel lança no mercado o processador Pentium III.
VocĂª sabia?
- Comemora-se em 15 de agosto o Dia da InformĂ¡tica.
 
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Google Chrome pode ultrapassar Firefox até o fim do ano

Os prĂ³ximos meses podem trazer uma grande surpresa para quem acompanha a guerra travada pelos diversos navegadores existentes na internet. Ao menos Ă© isso que promete o StatCounter, um medidor estatĂ­stico que contabiliza o uso desses programas em todo o mundo. A novidade seria na disputa pelo segundo lugar: atĂ© dezembro, o Mozilla Firefox deve perder o posto para o Google Chrome.
De acordo com os dados levantados pelo site durante o mĂªs de setembro de 2011, o Firefox soma 26,8% dos usuĂ¡rios da internet, enquanto o Chrome, logo atrĂ¡s, jĂ¡ conta com 23,6%. Mas algumas estatĂ­sticas apostam que, ao final do ano, os nĂºmeros serĂ£o 26,6% para o navegador da Google e 25,3% para o da Mozilla.
Na ponta da tabela, o Internet Explorer segue reinando absoluto, com 41,7%. Mesmo apresentando uma queda constante, a ferramenta da Microsoft estĂ¡ longe de ser ultrapassada.
Outras fontes
O Net Applications, outro site que mede o uso de navegadores na rede, Ă© um pouco mais cauteloso em afirmar que tal mudança vĂ¡ mesmo ocorrer. Segundo o Computerworld, os dados mais recentes desse serviço indicam que o Firefox teria 22,6% do mercado, enquanto o Chrome Ă© preferĂªncia de apenas 15,5% dos usuĂ¡rios. JĂ¡ o Internet Explorer seria ainda mais soberano, somando 55,3%.
Esse site Ă© mais utilizado pelas companhias, pois costuma possuir uma margem de erro menor que o StatsCounter. Ainda assim, a comparaĂ§Ă£o dos dados de setembro nĂ£o deixa dĂºvidas: o Chrome seria o navegador mais crescente o mercado, alĂ©m de favorito para assumir o segundo lugar na guerra. Fonte:tecnologia.terra.com.br

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